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terça-feira, 6 de novembro de 2018

Ana Bacalhau - Animais Anónimos (Nuno Markl, João Só, Miguel Araújo, Ana Bacalhau)


Letra

Há um paquiderme enorme
Uma arara e um galiforme
E o típico canídeo que não dorme
Há uma foca cinza-rato
E um rato cinza-fato
E um lince que de facto é só um gato
Um lama ululante
E um equídeo equi-distante
Do trote do trôpego elefante
À cabeça da manada
De cabeça levantada
É o caracol que diz onde é a estrada
Animais
Anónimos animais
Vão atrás do el dorado
Reino encantado
Perdido no matagal
Animais
Em busca do perdido
Paraíso prometido
Do pacato e recatado anonimato animal
Tralalala
Lalalala
Shalalala
Haja fêmea ou macho, mocho ou rato, um bicho que ache
O shangrila
dos anónimos animais
Anónimos animais

"Animais anónimos", música e letra de Miguel Araújo, voz de Ana Bacalhau e produção de João Só.

domingo, 22 de abril de 2018

KOLME (Feat. Ana Bacalhau) - "A Boca Da Beatriz"


Letra

Não encontrei a letra desta música 

KOLME are: Ruben Alves (piano), Miguel Amado (double bass) and Carlos Miguel (drums). "A Boca da Beatriz" was written by Ruben Alves, lyrics by Luisa Sobral. www.kolme-trio.weebly.com

segunda-feira, 26 de março de 2018

Ana Bacalhau - 1986 – Pensamos no Futuro Amanhã


Letra

O sonho vulgar
De um futuro invulgar
De olhos fixos no tecto


De um quarto secreto
A arrumar as estrelas

Em mapas e tabelas
Como se alguém pudesse contê-las

Vamos conquistando o nosso canto no Espaço
No vaivém de um gesto
Na incerteza de um abraço

Nada de novo debaixo do céu
A não ser tu
A não ser eu
Nada de novo no ecrã
Pensamos no futuro, amanhã
Pensamos no futuro, amanhã

Tens a vida toda p'la frente
Diz tod' a gente
Mas é agora que se torce o futuro
Metido no escuro
Andas a ver os quintos na outra banda
Diz quem pode, diz quem manda
Vamos conquistando o nosso porto seguro
O noss' universo para lá do muro

Nada de novo debaixo do céu
A não ser tu
A não ser eu
Nada de novo no ecrã
Pensamos no futuro, amanhã

Nada de novo debaixo do céu
A não ser tu
A não ser eu
Nada de novo no ecrã
Pensamos no futuro, amanhã
Pensamos no futuro, amanhã
(Pensamos no futuro, amanhã)
Pensamos no futuro, amanhã
(Pensamos no futuro, amanhã)
Pensamos no futuro, amanhã
(Pensamos no futuro, amanhã)
Pensamos no futuro, amanhã
(Pensamos no futuro, amanhã)
Pensamos no futuro, amanhã

sexta-feira, 16 de março de 2018

CTE - ANA BACALHAU NOS CONCERTOS ÍNTIMOS 2018


SÁB 24 MAR 21H30

MÚSICA
ANA BACALHAU
CONCERTOS ÍNTIMOS 2018

AUDITÓRIO 12,5€ | 10€ (CARTÃO AMIGO, CARTÃO SÉNIOR E JOVEM MUNICIPAL) PASSE GERAL CONCERTOS ÍNTIMOS 2018 30€

POP | 75 MIN. | M/6

Depois de dez anos à frente dos "Deolinda", Ana Bacalhau estreia-se num projeto a solo com "Nome Próprio". Um disco, que conta com a colaboração de Samuel Úria, Jorge Cruz, Nuno Prata, Afonso Cruz, Nuno Figueiredo, Capicua, Márcia, Carlos Guerreiro e Francisca Cortesão, e que a própria apresenta: “Tenho bichos-carapinteiros. Também são carpinteiros, claro, mas, sobretudo, carapinteiros. Quando era miúda, ouvia os graúdos a apontar-me o excesso de energia e inquietação e, sem perceber nada de carpintaria, convenci-me que o que me diagnosticavam era um caso bicudo de bichos que cara-pintavam. Houve um dia que pediram um palco para si." Esse dia chegou a Estarreja, num espetáculo que o Cine-Teatro recebe em Concerto Íntimo, o segundo desta temporada.

Ana Bacalhau voz João Bessa produção, Luís Figueiredo teclados, Luís Peixoto cavaquinho, bouzouki, banjo, Alexandre Frazão bateria, percussão Zé Pedro Leitão, contrabaixo e baixo

Marcação pelo 234811300 / 925651668



[Espetáculo promovido pelo Cine -Teatro de Estarreja]

sábado, 10 de março de 2018

Entre os concertos de “Nome Próprio”, Ana Bacalhau explora novos territórios musicais


ANA BACALHAU

Entre os concertos de “Nome Próprio”, Ana Bacalhau explora novos territórios musicais

Ana Bacalhau continua a trilhar o seu percurso em nome próprio e não recua perante nenhum desafio, nenhuma proposta insólita, entregando-se de voz e alma à arte que é a sua imagem de marca: cantar.
Após ter sido jurada nas semi-finais do Festival da Canção, viajou até Guimarães, para participar na final, onde integrou o tributo às Doce, com direcção musical de Moullinex, ao lado de Catarina Salinas, Marta Ren e Selma Uamusse. A homenagem repete-se em Maio, no Terreiro do Paço, em Lisboa, inserida no Eurovision Village, espaço de programação complementar ao Festival da Eurovisão.
De Guimarães, Ana Bacalhau viaja até “1986”, a nova série da RTP escrita por Nuno Markl, que estreia no próximo dia 13 de Março, e cuja banda-sonora será lançada no próximo dia 16. “Pensamos no futuro amanhã”, interpretado por Ana Bacalhau, é o primeiro single deste projecto e já toca nas rádios nacionais. João Só, compositor do tema, escreveu recentemente: “Quando terminei a canção (…) nunca pensei que a Ana a fosse amplificar de tal forma. Tornou-a sua, não a quero mais”. Também Nuno Markl destaca a interpretação: “Tanto a letra e a música do João como a interpretação da Ana, tão diferente de tudo o que ela já fez mas, ainda assim, tão Ana, resultaram nesta espécie de emocionante milagre sonoro que acontece entre os subúrbios de Lisboa e o Cosmos.”
Recorde-se que Ana Bacalhau integrou na passada sexta-feira a Guerrilha Cor-de-Rosa, liderada por Capicua, no Red Bull Culture Clash, no Coliseu dos Recreios. Este mês retoma a digressão de apresentação de “Nome Próprio”, o seu primeiro álbum a solo, lançado em Outubro de 2017.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Ana Bacalhau - Leve Como Uma Pena


Letra


E olha ao longe a praia
O bote aguentou
Bom vento sopra forte
Que é pra lá que eu vou


Formosa e segura
Venha quem vier
Finalmente livre
Sem nada a temer


Uns dizem que não posso
Outros que não sou capaz
Se aprovam ou reprovam
A mim tanto faz


Passou a tempestade
O momento chegou
É hora
De mostrar quem eu sou


Até podem rogar-me pragas
Ou lançar-me às feras
Insistirem em encaixar
Onde eu não couber
Já não vou ficar mais pequena
Podem atar meu mundo à perna
Para me ver aos tombos
E apoiar-se nos meus ombros
Que eu sinto-me leve
Leve como uma pena


O medo atrapalha
A ilusão confunde
A obra boquiabre
Aboca meio mundo


E se o que eu for, for feito
E o que eu fizer for meu
Pode não ser perfeito
Mas há de ser eu


Cairam rios de chuva
O vento uivou lá fora
A pouco e pouco o temporal
Foi acalmando agora
Já só falta uma nuvem
Para o sol brilhar
É hora de por isto a andar


Até podem rogar-me pragas
Ou lançar-me às feras
Insistirem em encaixar
Onde eu não couber
Já não vou ficar mais pequena
Podem atar meu mundo à perna
Para me ver aos tombos
E apoiar-se nos meus ombros
Que eu sinto-me leve
Leve como uma pena


Dias e dias
Carregando um fardo
Que afinal não era meu
À procura de uma resposta


E a resposta
A resposta
Pelos vistos
A resposta sou eu


Até podem rogar-me pragas
Ou lançar-me às feras
Insistirem em encaixar
Onde eu não couber
Já não vou ficar mais pequena
Podem atar meu mundo à perna
Para me ver aos tombos
E apoiar-se nos meus ombros
Que eu sinto-me leve
Leve como uma pena


Leve, leve
Olha agora sinto-me leve
Leve, leve, leve
Como uma pena
Leve, leve
Olha agora sinto-me leve
Leve, leve
Leve como uma pena


Letra e Música/Lyrics and Music: Jorge Cruz