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quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Diabo na Cruz - Forte



letra

Forte, Forte, Forte, Forte
Cada dia mais forte
Forte, Forte, Forte, Forte
Castigado mas forte
Forte, Forte, Forte, Forte, Forte
A tentar ser mais forte
Forte, Forte, Forte, Forte
Cada dia mais forte

Quem vem lá?
Quem vem lá?
Cavalaria!
Quem diria qu’inda iria chegar
O dia de revistar
A guarda de honra do Castelo

Já cumpri, já cumpri
Metade da pena
Agora acena
Quando a arena se abre
Mas olha vou-me ausentar
Méne, as lantejoulas cegam

Enfiado no casebre
A dar o litro p'a saciar a Lebre

Não duvides que duvido, é
Culpa quando falho
Culpa se consigo

Pedra a pedra,
Pela colina
Grão a grão, é,
Cumá galinha

Faço p’la façanha
Hei-de ver o que é que há
Do outro lado da montanha

Forte, Forte, Forte, Forte
Cada dia mais forte
Forte, Forte, Forte, Forte
Castigado mas forte
Forte, Forte, Forte, Forte, Forte
A tentar ser mais forte
Forte, Forte, Forte, Forte
Cada dia mais forte

Qué, qué, qué, qué que há-de um homem
Qué que há-de um homem fazer ao ver
O chão
Desaparecer
Ia a correr
Todo lançado

Trim, trim, trim, “Quem fala?"
É tudo a ligar
Mas nem o meu nome sabem
Dantes era mais claro
Eu aqui e eles do out' lado

Agora, querem trocar, querem trocar, eu cá não troco
Querem, querem trocar, querem trocar, eu cá não troco
Querem trocar, querem trocar
Agora querem trocar
Mas eu cá não troco

Não troco desespero por agravo
Nem perigo por um bom lugar marcado
Não troco o foco pela distracção
Um segundo n’oficina pelo Baile no Salão
Isso é que não!

Forte, forte, forte, forte, forte, forte
É forte, forte, forte, forte, forte, forte, forte

Torno azar em sorte
O que não me mata só me faz forte

Forte, Forte, Forte, Forte
Cada dia mais forte
Forte, Forte, Forte, Forte
Castigado mas forte
Forte, Forte, Forte, Forte, Forte
A tentar ser mais forte
Forte, Forte, Forte, Forte
Cada dia mais forte


Letra e Música: Jorge Cruz

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Diabo na Cruz - Malhão 3.0


letra

Põe a grade bem no cimo da geleira
O cadeado no cofre de madeira
E vem dançar
Vai começar

Deita em água uma mão de feijão verde
Pimentão, salsa e louro no borrego
Deixa a apurar
E põe-te a andar

Se compravas, põe à venda
Se arrendavas, sub-arrenda
Flash em off
Posta a foto
Faz negócio
E anda lá daí pra fora
Chegou a hora

Já não há saco p’ra tensões
Peritos, magos e vilões
Toda a gente
A ver se mete
O alfinete
Em forma de comentário
Incendiário

Olha as luzes na praça
E a populaça
Toda em pulgas p’ra cantar

Vem comprovar
Ver para crer
Bailar até cair pró lado
Esquece o jantar
‘Bora a correr
Hoje a festa é do Diabo

E meio gás não serve 
Só calor e entrega em noites ávidas
Rebelião de febre
Bombos, suor e lágrimas

Traz a avó, a cunhada e o gaiato
Deixa o shot de aventuras para o chato
Que quis faltar
Pode ajudar

Toca a andar, pernas para que te quero
Burricada, Malhão 3.0
É aguentar
E vira o par

O Circo lá esgotou
O bom senso extraviou
A solução
É onda de invasão
Da Galiza ao Sotavento
Repovoamento!

E não é que pelos vistos
Vem aí o apocalipse
Tu queres ver
Que chatice
Não há realista
Que ature a realidade
Haja piedade!

Olha as luzes na praça
E a populaça
Toda em pulgas p’a cantar

Vem comprovar
Ver para crer
Bailar até cair pró lado
Esquece o jantar
‘Bora a correr
Hoje a festa é do Diabo

E meio gás não serve 
Só calor e entrega em noites ávidas
Rebelião de febre
Bombos, suor e lágrimas

Ficha técnica:
Realização: Filipa Cruz
Animação: Animavideo

Letra e Música: Jorge Cruz 

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Diabo na Cruz - Dona Ligeirinha




Letra
Antes da chegada eu disse-lhe ao ouvido
Esse teu amigo mais parece teu amor
Nem todo o cacheiro é para andar contigo
Larga lá o osso oh fidalgo roedor

Haja algum bom senso, Dona Ligeirinha
Olhe que o comércio lhe afugenta muita gente
Antes da chegada, oiça o que eu lhe digo
Escolha o bom caminho que é para o rosto andar contente

Antes da chegada eu disse-lhe ao ouvido
Esse teu amigo mais parece teu amor
Nem todo o cacheiro é para andar contigo
Larga lá o osso oh fidalgo roedor

Haja algum bom senso, Dona Ligeirinha
Olhe que o comércio lhe afugenta muita gente
Antes da chegada, oiça o que eu lhe digo
Escolha o bom caminho que é para o rosto andar contente

Vou largar o que a mamã levou à perna
Quer agora evitar o seu bom pai oh-ai
Tanto orgulho numa só mulher moderna oh-ai
Que ora corre ora cai

Antes da chegada eu disse-lhe ao ouvido
Esse teu amigo mais parece teu amor
Nem todo o cacheiro é para andar contigo
Larga lá o osso oh fidalgo roedor

Haja algum bom senso, Dona Ligeirinha
Olhe que a conversa lhe afugenta muita gente
Antes da chegada, oiça o que eu lhe digo
Escolha o bom caminho que é para o gosto andar contente

Vou largar o que a mamã levou à perna
Quer agora evitar o seu bom pai oh-ai
Tanto orgulho numa só mulher moderna oh-ai
Que ora corre ora cai

Vou largar o que a mamã levou à perna
Quer agora evitar o seu bom pai oh-ai
Tanto orgulho numa só mulher moderna oh-ai
Que ora corre ora cai

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