segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Nelson Freitas está de volta com novo EP, “Journey”


Nelson Freitas está de volta com novo EP, “Journey”
“Jouney” entrou diretamente para nº 1 do iTunes



Depois do sucesso alcançado com o álbum “Four”, Nelson Freitas está de volta com um novo EP,

Journey”, uma autêntica viagem por uma série de novos desafios musicais, que vão surpreender tudo e todos. O EP conta com quatro canções inéditas está disponível em todas as plataformas digitais a partir de hoje.

“Esta é a viagem que tenho vivido musicalmente, fisicamente e emocionalmente. Trabalhei com vários produtores, moldei a minha sonoridade”, explica Nelson Freitas. "Este EP é o resultado do processo de fazer algo completamente diferente. Quero uma sonoridade que ninguém tem, quero ser o primeiro a fazê-lo, sem fronteiras, sem ter receio do que é que os meus fãs vão pensar”.

Em “Journey”, Nelson Freitas trabalhou com produtores como Architrackz, RedMojo, Luciano Santos, Ery Gomes e Landi Neves. Dos quatro temas originais que agora nos apresenta, o músico já revelou em concerto dois deles, “Window Pane” e “Mariana”. “As pessoas ouviram e adoraram. Esta é uma viagem de mudança e se as pessoas aceitam aquilo que estou a fazer então dão-me ainda mais força para continuar a fazer o que quero no novo álbum, de forma a poder dar-lhes algo novo, em vez de ficar preso a um só género, porque isso torna-se aborrecido. Eu preciso constantemente de novos desafios”, afirma o cantor.

Journey” é, sem dúvida, um enorme desafio musical e emocional que Nelson Freitas nos revela, como o provam canções como as já referidas “Window Pane” e “Mariana” ou “Rock the Boat” e

“Wind it Up”, que nos mostram novas e surpreendentes facetas da personalidade musical de Nelson Freitas.

É hoje, também, disponibilizado o vídeo do primeiro single deste surpreendente EP

“Window Pane”, gravado em Londres pelo realizador Mr Marshmellow que já tinha trabalhado com Nelson Freitas no vídeo “Nha Baby

Este EP sucede-se ao álbum “Four”, disco que entrou diretamente para o 1.º lugar do top dos mais vendidos digitalmente em Portugal. “Miúda Linda” é um dos singles retirados deste álbum e foi, de acordo com o Youtube Music Charts, o vídeo mais visto em 2016 em Portugal. Ao todo o vídeo já soma, a nível global e desde o seu lançamento, mais de 43 milhões de visualizações. 

Graças a este álbum, Nelson Freitas atuou nos Estados Unidos e ainda este ano numa das mais mediáticas salas de espetáculo do mundo, o Olympia em Paris. Este ano lançou ainda o vídeo do single “Nha Baby”, com Mayra Andrade, que soma mais de 1,7 milhões de visualizações no YouTube/VEVO.

BANHO MARIA - NÃO HÁ AMOR COMO O PRIMEIRO



Letra

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Conferência "VIDA E OBRA DO MAESTRO FERRER TRINDADE"



Vida e Obra
Ferrer Trindade | Centenário do Nascimento

A Mesa do Ciclo de Conferências "Vultos da Nossa Terra", com o apoio da Câmara Municipal do Barreiro, realiza, no Auditório Municipal Augusto Cabrita, no dia 9 de dezembro, pelas 21h00, uma conferência sobre a temática "VIDA E OBRA DO MAESTRO FERRER TRINDADE", seguindo-se um momento musical com artistas convidados.


Artistas convidados:
MANUEL PEDRO NUNES (Barítono)
KÁSSIO
TRIO DA ESCOLA DE JAZZ DO BARREIRO
CARLOS ALBERTO MONIZ
ORQUESTRA DE CÂMARA DOS LOUREIROS

Entrada gratuita mediante levantamento de ingresso e sujeita à lotação da sala.

Bilheteira AMAC: 21 206 82 30
Posto de Turismo do Barreiro: 21 206 82 87

CMB 2017-11-23

Saga Cega - "A Mil"


Letra

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Nelson Freitas - Window Pane


Letra

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“Duetos”, de Paulo de Carvalho, é reeditado


“Duetos”, de Paulo de Carvalho, é reeditado esta sexta-feira

Nova edição de “Duetos” inclui um segundo disco com as gravações originais dos duetos e é uma edição limitada


Este ano Paulo de Carvalho celebrou 55 anos de carreira e 70 anos de vida com a edição de “Duetos”, disco que juntou o cantor a algumas das vozes mais incontornáveis da música portuguesa, de Carlos do Carmo a António Zambujo, passando por Diogo Piçarra, Agir ou Raquel Tavares. Depois do sucesso alcançado com este álbum, que atingiu o 1.º lugar do top nacional de vendas, chega esta sexta-feira às lojas uma reedição muito especial.


Esta reedição de “Duetos” vem acompanhada de um segundo CD que reúne as gravações originais de outros duetos que Paulo de Carvalho foi fazendo ao longo do seu percurso, tendo estas gravações sido remasterizadas por Fernando Abrantes. Podemos, assim, ouvir Paulo de Carvalhoao lado de Carlos do Carmo em “Coração Vagabundo” (original de 1987), com Dulce Pontes em “Pomba Branca” (de 1994), com Ivan Lins no tema “O Fado” (de 1999), a cantar ao lado de Marizaem “O Meu Mundo Inteiro” (de 2008), entre outros.

Já o primeiro CD tem como convidados, além dos nomes já mencionados, artistas como José Cid(em “Nini Dos Meus Quinze Anos”), Marisa Liz (no histórico “E Depois Do Adeus”, que serviu como primeira senha na Revolução do 25 de Abril de 1974), Rui Veloso (no tema “10 Anos”), Camané(em “Os Putos”) ou Miguel Araújo (em “Balada para uma Boneca de Capelista”).


Em “Duetos” estão, assim, reunidos alguns dos maiores êxitos de Paulo de Carvalho, graças aos quais se afirmou como uma das mais importantes vozes da música nacional nestes últimos 55 anos, aqui partilhadas com vozes de diferentes panoramas musicais, refletindo o quão marcante e influente é o seu percurso.

Saga Cega - "Do Que Não Foi"


Letra

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Música - Nuno Costa Letra - Rita Maria

"Ordena que te Ame" - Mundo Cão




Entrei no teu jogo, Como um Louco
Fui ingenuo e tu tão fatal
Joguei-me todo e foi tão pouco
O amor é o teu instinto mais cruel
Enquanto te sigo melhor me faço o teu troféu
Entrei no teu jogo como um louco
Eu sou o teu escravo mais leal
Ordena que te ame
E odeia quando falho
mas usa, abusa de mim
e eu serei feliz até ao fim
Marquei as unhas no corpo,
tornei-me um bicho irreal.
Infectei o lugar onde me punhas,
O amor é este monstro final
Gostas do teu trofeu erguido neste inferno.
Marquei o corpo com as unhas,
Pus-me louco tão original
Ordena que te ame,
E odeia quando falho,
mas usa, abusa de mim e eu serei feliz,
até ao fim.
Ordena que te queira,
E odeia quando paro,
Leva-me, arrasta o meu corpo,
Desfeito em pó.
Ordena que te ame,
E odeia quando falho,
mas usa e abusa de mim e eu serei feliz,
até ao fim
Ordeno que me odeies
Olho porque sofras
Do que uso e abuso é sempre assim
Morrerá por mim
Ordeno que me odeies
Amo que tu sofras
Do que uso e abuso é sempre assim
Morrerá por mim

domingo, 26 de novembro de 2017

“Beja Ajuda” vítimas dos incêndios



O grande auditório do Teatro Municipal Pax Julia, em Beja, acolhe na quinta-feira, dia 30 de novembro, o espetáculo de solidariedade "Beja Ajuda", cuja receita reverte a favor da Cruz Vermelha Portuguesa, para apoio das vítimas dos incêndios.

Ana Rato, António Cláudio, Carlos Filipe, Daniela Santos, Francisco Aires, Joana Santos, José Cantigas, Luis Saturnino, Mafalda Vasques e Sandra Reis são os fadistas desta grande noite de fados solidária, que conta ainda com os músicos Rogério Mestre, na guitarra portuguesa, e Carlos Franco e José Pedro Grazina, na viola.

A Câmara Municipal de Beja, a União das Freguesias de Salvador e de Santa Maria da Feira, e a União das Freguesias de Santiago Maior e São João Batista, uniram esforços para este apoio à Cruz Vermelha Portuguesa, que irá ajudar de forma direta e imediata pessoas que foram vitimadas pelas centenas de incêndios que deflagraram no dia 15 de outubro, o pior dia de fogos do ano, segundo as autoridades, que obrigaram a evacuar localidades, a realojar as populações e a cortar o trânsito em dezenas de estradas, sobretudo nas regiões Norte e Centro.

preço dos bilhetes é de 5€ e a receita angariada será entregue Cruz Vermelha Portuguesa. A organização recorda ainda que o Centro Humanitário de Beja da Cruz Vermelha Portuguesa está a receber bens alimentares secos, enlatados, azeites e outros óleos engarrafados, roupas de cama, atoalhados, e produtos de higiene e não está a aceitar roupa.

Dada a lotação limitada da sala do Pax Julia, recordamos que os interessados poderão apoiar com os seus donativos que deverão ser depositados no Centro Humanitário de Beja da Cruz Vermelha Portuguesa.

Zeca Afonso



José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos (Aveiro, 2 de Agosto de 1929 — Setúbal, 23 de Fevereiro de 1987), também conhecido por Zeca Afonso, foi um cantor e compositor português.

Oriundo do fado de Coimbra, foi uma figura central do movimento de renovação da música portuguesa que se desenvolveu na década de 1960 do século XX e se prolongou na década de 70, sendo dele originárias as famosas canções de intervenção, de conteúdo de esquerda, contra o fascismo. Zeca Afonso ficou indelevelmente associado ao derrube do Estado Novo, regime de ditadura fascista vigente em Portugal entre 1926 e 1974, uma vez que uma das suas composições, "Grândola, Vila Morena", foi utilizada como senha pelo Movimento das Forças Armadas (MFA), comandados pelos Capitães de Abril, que instaurou a democracia, em 25 de Abril de 1974.

Foi criado pelos tios, a quem chamava tia Gegé e pelo tio Xico, numa casa situada no Largo das Cinco Bicas, em Aveiro, até aos três anos. Com essa idade, foi viver para Angola, onde o pai havia sido colocado como delegado do Procurador da República, dois anos antes.

A relação física com a natureza causou-lhe uma profunda ligação ao continente africano que se reflectirá pela sua vida fora. As trovoadas, os grandes rios atravessados em jangadas, a floresta esconderam-lhe a realidade colonial.

Em 1937, volta para Aveiro onde é recebido por tias do lado materno, mas parte no mesmo ano para Moçambique, onde se reencontra com os pais e irmãos em Lourenço Marques (hoje Maputo). No ano seguinte volta a Portugal, onde vive com outro tio, o tio Filomeno, que ocupava o cargo de Presidente da Câmara na vila de Belmonte. Em 1939, os seus pais foram viver para Timor, onde seriam cativos dos ocupantes japoneses durante três anos, entre 1942 e 1945, por ocasião da 2ª Guerra Mundial. Durante esse período, Zeca não teve notícias dos pais.

Em Belmonte, completa a instrução primária e convive com o mais profundo ambiente do Salazarismo, de que seu tio era ferveroso admirador. Filomeno Afonso era pró-franquista e pró-hitleriano. É nesta altura que Zeca, como era costume e obrigação, adere à Mocidade Portuguesa. «Foi o ano mais desgraçado da minha vida», confessaria Zeca.

Zeca Afonso vai para Coimbra em 1940 e começa a cantar por volta do quinto ano, no Liceu D. João III. Os tradicionalistas reconheciam-no como um bicho que cantava bem. Inicia-se em serenatas e canta em festas populares, interpretando o fado de Coimbra, lírico e tradicional. Em 1948 completa o Curso Geral dos Liceus, após dois chumbos. Conhece Maria Amália de Oliveira, uma costureira de origem humilde, com quem vem a casar em segredo, por oposição da família. Continua na vida associativa, fazendo viagens com o Orfeão e com a Tuna Académica e jogando futebol, naAssociação Académica de Coimbra. Em 1949 inscreve-se no curso de Ciências Histórico-Filosóficas, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Volta a Angola e Moçambique, integrado numa comitiva do Orfeão Académico de Coimbra.

Em Janeiro de 1953 nasce-lhe o primeiro filho, José Manuel. Dedica-se a dar explicações e a fazer revisão de textos no Diário de Coimbra, ao mesmo tempo que grava o seu primeiro disco, Fados de Coimbra. De 1953 a 1955 cumpre, em Mafra e Coimbra, o Serviço Militar Obrigatório.

Tem grandes dificuldades económicas para sustentar a família, como refere em carta enviada aos pais em Moçambique. Em 1963 termina a licenciatura em Ciências Histórico-Filosóficas, com uma tese sobre Jean-Paul Sartre, intitulada Implicações substancialistas na filosofia sartriana.

No mesmo ano são editados os primeiros temas de carácter vincadamente político, Os Vampiros e Menino do Bairro Negro — o primeiro contra a opressão do capitalismo, o segundo, inspirado na miséria do Bairro do Barredo, no Porto — integravam o disco Baladas de Coimbra, que viria a ser proibido pela Censura.[2] Os Vampiros, juntamente com Trova do Vento que Passa (um poema de Manuel Alegre, musicado e cantado por Adriano Correia de Oliveira) viriam a tornar-se símbolos de resistência antisalazarista da época.

Em 1956 vai leccionar para Aljustrel e divorcia-se de Maria Amália. Em 1958 envia os filhos para Moçambique, onde ficam ao cuidado dos avós. Entre1958 e 1959 é professor de Francês e de História, na Escola Comercial e Industrial de Alcobaça. Em 1959 participa frequentemente em festas populares e canta em colectividades, para lançar em 1960, o seu quarto disco, Balada do Outono. Em 1962 segue atentamente a crise académica deLisboa, convive, em Faro, com Luiza Neto Jorge, António Barahona, António Ramos Rosa e namora com Zélia, natural da Fuzeta, que será a sua segunda mulher. Segue-se uma nova digressão em Angola, com a Tuna Académica da Universidade de Coimbra, e no mesmo ano é editado o álbumCoimbra Orfeon of Portugal, onde José Afonso rompe com o acompanhamento das guitarras de Coimbra, fazendo-se acompanhar, nas canções Minha Mãe e Balada Aleixo, pelas violas de José Niza e Durval Moreirinhas.

Realiza digressões pela Suíça, Alemanha e Suécia, integrado num grupo de fados e guitarras, na companhia de Adriano Correia de Oliveira, José Niza, Jorge Godinho, Durval Moreirinhas e ainda da fadista lisboeta Esmeralda Amoedo. Em Maio de 1964, José Afonso actua na Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense, onde se inspira para fazer a canção Grândola, Vila Morena, que viria a ser a senha do Movimento das Forças Armadas, no golpe de 25 de Abril de 1974. Nesse mesmo ano são editados Cantares de José Afonso e Baladas e Canções.

De 1964 a 1967, Zeca está em Lourenço Marques com Zélia, onde reencontra os seus dois filhos. Nos últimos dois anos, é professor de liceu, na cidade da Beira. Aí musicou Bertolt Brecht, numa encenação da peça A Excepção e a Regra, desenvolvendo uma intensa actividade anticolonialista, o que lhe causa problemas com a PIDE, a polícia política fascista opressora. Em Moçambique nasce a sua filha Joana, em 1965.

Quando regressa a Portugal, é colocado como professor em Setúbal, mas, devido ao seu papel contra o Salazarismo, é expulso do ensino oficial. Entre 1967 e 1970, Zeca Afonso torna-se um símbolo da resistência democrática. Mantém contactos com a Liga Unitária de Acção Revolucionária e o Partido Comunista Português — ainda que se mantenha independente de partidos — e é preso pelaPIDE. Continua a cantar e participa, em 1969, no I Encontro da Chanson Portugaise de Combat, em Paris. Grava também Cantares do Andarilho, recebendo o prémio da Casa da Imprensa pelo Melhor Disco do Ano, e o prémio da Melhor Interpretação. Para que o seu nome não seja censurado, Zeca Afonso passa a ser tratado nos jornais pelo anagrama Esoj Osnofa.

Em 1971 edita Cantigas do Maio, no qual surge Grândola, Vila Morena. Zeca participa em vários festivais, sendo também publicado um livro sobre ele e lança o LP Eu vou ser como a toupeira. Em1973 canta no III Congresso da Oposição Democrática e grava o álbum Venham mais Cinco.

Após da Revolução dos Cravos continua a cantar, grava o LP Coro dos Tribunais e participa em numerosas sessões do Canto Livre Perseguido, bem como nas campanhas de alfabetização promovidas pelo MFA. A sua intervenção política não pára, tornando-se um admirador do período do PREC - Processo Revolucionário Em Curso. Em 1976 apoia Otelo Saraiva de Carvalho, na sua candidatura à Presidência da República.

Os seus últimos espectáculos decorreram no Coliseu de Lisboa e do Porto, em 1983, quando Zeca Afonso já se encontrava doente. No final desse mesmo ano, é-lhe atribuída a Ordem da Liberdade, mas o cantor recusa.

Em 1985 é editado o seu último álbum de originais, Galinhas do Mato, em que, devido ao avançado estado da doença, Zeca Afonso não consegue cantar na totalidade. Devido a isso, o álbum foi completado por: José Mário Branco, Sérgio Godinho, Helena Vieira, Fausto e Luís Represas. Em 1986, já em fase terminal da sua doença, apoia a candidatura de Maria de Lourdes Pintasilgo à presidência da república.

Zeca Afonso morreu no dia 23 de Fevereiro de 1987 no Hospital de Setúbal, às 3 horas da madrugada, vítima de esclerose lateral amiotrófica.
Em 1994, é editado Filhos da Madrugada Cantam José Afonso, um CD duplo em homenagem a Zeca Afonso. No final de Junho seguinte, muitas das bandas portuguesas que integraram o projecto, participaram num concerto que teve lugar no então Estádio José de Alvalade, antecessor do actual Estádio Alvalade XXI.

Em 24 de Abril de 1994 a CeDeCe-Companhia de Dança Contemporanea, estreia no Teatro S. Luiz em Lisboa o Bailado Dançar Zeca Afonso com música de Zeca Afonso e coreografia de António Rodrigues, uma encomenda Lisboa94-Capital Europeia da Cultura.

Muitas das suas músicas continuam a ser gravadas por numerosos artistas portugueses e estrangeiros. Calcula-se que existam actualmente mais de 300 versões de canções suas gravadas por mais de uma centena de intérpretes, o que faz de Zeca Afonso um dos compositores portugueses mais divulgados a nível mundial.

O seu trabalho é reconhecido e apreciado pelo país inteiro e Zeca Afonso, com a sua incidência política que as suas canções ganharam, indiscutivelmente representa uma parte muito importante da cultura poética portuguesa.

Fonte Wikipédia

Raquel Tavares - Como É Grande o Meu Amor por Você


Letra

Eu tenho tanto pra lhe falar
Mas com palavras não sei dizer
Como é grande o meu amor por você


E não há nada pra comparar
Para poder lhe explicar
Como é grande o meu amor por você


Nem mesmo o céu nem as estrelas
Nem mesmo o mar e o infinito
Nada é maior que o meu amor

Nem mais bonito

Me desespero a procurar
Alguma forma de lhe falar

Como é grande o meu amor por você

Nunca se esqueça, nem um segundo
Que eu tenho o amor maior do mundo
Como é grande o meu amor por você


Nunca se esqueça, nem um segundo
Que eu tenho o amor maior do mundo
Como é grande o meu amor por você


Nem mesmo o céu nem as estrelas
Nem mesmo o mar e o infinito
Nada é maior que o meu amor
Nem mais bonito


Me desespero a procurar
Alguma forma de lhe falar
Como é grande o meu amor por você


Nunca se esqueça, nem um segundo
Que eu tenho o amor maior do mundo
Como é grande o meu amor por você

Mas como é grande o meu amor por você

Letra de Roberto Carlos

GRUPO DE FADOS DE COIMBRA CANTO D'ALMA no CINETEATRO MUNICIPAL D. JOÃO V



GRUPO DE FADOS DE COIMBRA CANTO D'ALMA

MUSICA
02 DEZ |21:30H |10€
Classificação Etária M6


Corria o ano de 2002, quando três amigos integrantes de um orfeão, resolveram dar início a um projecto musical que os atraía; um grupo de fado de Coimbra. Com percursos musicais diversos, que vinham desde a música instrumental, até às tunas e grupos de música coral, estes três amigos, António Cardoso, Hermenegildo Mendes e Daniel Taveira, juntaram os seus conhecimentos musicais, e o seu empenho, para fundar o Canto d'Alma. Até hoje o grupo passou já por diversas formações, mas a sua base tem-se mantido, António Cardoso na guitarra de Coimbra, Hermenegildo Mendes na voz, e Daniel Taveira que saiu em 2008 por motivos profissionais, foi substituído por Porfírio Reigado na guitarra clássica (de que é aliás professor).


Integram ainda o grupo, José Manuel Barbosa sempre e Dionísio Camacho, uma voz bem conhecida no fado de Lisboa.


O grupo possui dois trabalhos editados: “Coimbra tem mais encanto” e “Canto a Coimbra”. 

Zeca Afonso - Redondo Vocábulo



Letra

Era um redondo vocábulo
Uma soma agreste
Revelavam-se ondas
Em maninhos dedos
Polpas seus cabelos
Resíduos de lar,
Pelos degraus de Laura
A tinta caía
No móvel vazio,
Congregando farpas
Chamando o telefone
Matando baratas
A fúria crescia
Clamando vingança,
Nos degraus de Laura
No quarto das danças
Na rua os meninos
Brincando e Laura
Na sala de espera
Inda o ar educa

Letra e Música de Zeca Afonso

MARIZA - FADISTA LOUCO (MUJERES DE ÁGUA)


Letra

Eu canto com os olhos bem fechados
Que o maestro dos meus fados
É quem lhes dá o condão
E assim não olho pra outros lados
Que canto de olhos fechados
P'ra olhar pra o coração


Meu coração é fadista de outras eras
Que sonha viver quimeras em loucura desabrida
Meu coração, se canto, quase me mata
Pois cada vez que bata, rouba um pouco a minha vida


Ele e eu, cá vamos sofrendo os dois
Até que um dia depois dele parar pouco a pouco
Talvez alguém se lembre ainda de nós
E sinta na minha voz o que sentiu este louco

Letra de Alberto Janes



Shawn Mendes eleito Artista Favorito nos American Music Awards

Shawn Mendes eleito Artista Favorito nos American Music Awards


Luis Fonsi, Lady Gaga, Niall Horan, Imagine Dragons e Drake foram outros dos vencedores

Shawn Mendes foi recentemente eleito o Artista Favorito Adulto Contemporâneo nos American Music Awards, vencendo contra Bruno Mars e Ed Sheeran. Este foi o primeiro American Music Award conquistado pelo jovem lusodescendente, que subiu ao palco do Microsoft Theater para interpretar o sucesso “There’s Nothing Holdin’ Me Back” (cujo vídeo oficial soma mais de 289 milhões de visualizações no YouTube/VEVO).



Recentemente, Shawn Mendes lançou o disco ao vivo “MTV Unplugged”, que reúne os seus maiores êxitos em versões intimistas, interpretadas no The Theatre do Ace Hotel, em Los Angeles, concerto este integrado na icónica série de espetáculos “Unplugged” da MTV.

Além de Shawn Mendes, muitos outros artistas saíram vencedores da última edição dos American Music Awards.

O grande êxito do ano, “Despacito”, de Luis Fonsi & Daddy Yankee, foi distinguido com os prémios de Colaboração do Ano e Canção Favorita Pop/Rock pela versão com Justin Bieber. Já Niall Horan, que se estreou recentemente a solo com o álbum “Flicker” e que a 12 de maio atua no Coliseu de Lisboa, foi premiado como Artista Revelação. O músico tocou ao vivo o single “Slow Hands”.

Lady Gaga, que interpretou o tema “The Cure” na cerimónia, saiu também vencedora, tendo sido eleita a Artista Feminina Favorita Pop/Rock, enquanto os Imagine Dragons receberam o prémio de Grupo Favorito no mesmo género musical.

Já Kendrick Lamar levou para casa o prémio de Álbum Favorito de Hip Hop e Drake o de Artista Favorito de Hip Hop.

Nick Jonas, Demi Lovato, Selena Gomez e Alessia Cara foram outros dos artistas que este ano também atuaram nos American Music Awards.