CONVIDADOS ESPECIAIS: José Figueiras, Calema, Anselmo Ralph, Anjos, Nelson Freitas, Djodje, Bárbara Bandeira, Maria Emília, Soraia Ramos, Kataleya, Kazzio, Valter Guia e Bianca Barros
Neste video, está uma parte da nossa família. São amigos que partilham connosco muitas aventuras, muitas horas das suas vidas muito esforço e dedicação, para que no final do dia todos estejamos mais preenchidos, mais felizes.
Rock On!!
Esta música foi feita para a Mega Hits dentro do projecto
Voz: João Farinha Guitarras de Coimbra | Hugo Gamboias, Luís Barroso Viola | Luis Carlo Santos Baixo Acústico | Luís Pedro Madeira Vozes Convidadas | Hugo Martins | Francisco Costa
o ponto de encontro onde todos querem estar e voltar
ESTUDO DE PÚBLICOS
Todos os anos, o BONS SONS desenvolve um estudo de análise do público que visita o festival.
Mais uma vez, o estudo provou que o público do festival é muito diversificado. Pessoas de várias geografias, de diferentes idades, juntam-se entre amigos e familiares para vivenciarem o festival de diferentes formas. Em comum têm o gosto pela música e o BONS SONS como ponto de encontro. Mais de 85% dos inquiridos declararam dedicar todos os dias parte do seu tempo livre para ouvir música e cerca de 99% declarou a intenção de retornar ao festival.
A última edição – que contou com 38.500 visitantes, acolhidos por uma equipa alargada de 430 pessoas, 52 espetáculos de música e dezenas de atividades paralelas no perímetro da aldeia de Cem Soldos - atraiu pessoas de norte a sul do país e além-fronteiras. Houve visitantes de mais de 88 concelhos nacionais de 6 países (Alemanha, Dinamarca, Espanha, França, Reino Unido e Brasil). Em termos globais, a Região Centro destaca-se como a região mais expressiva: mais de metade da amostra é residente da Região Centro (54,8%), sendo que cerca de 30% dos visitantes são da Região do Médio Tejo. É também bastante significativa a presença de visitantes da Região de Lisboa e Vale do Tejo (25,3%), e da Região do Norte (14,8%), especialmente do Porto.
Durante estes quatro dias dedicados à música portuguesa, Cem Soldos foi palco para o encontro entre diferentes gerações. Segundo o estudo, registou-se a presença de visitantes com idades compreendidas entre os 6 e os 71 anos de idade. Decompondo a amostra em grupos etários, constatou-se que a categoria dos jovens (idades compreendidas entre os 17 e os 26 anos) foi a categoria mais expressiva (44%). Mais de metade dos visitantes é composta por jovens-adultos (27-36 anos) e adultos (36+ anos).
Há indicação clara que o BONS SONS é vivido em grupo e em comunidade. Tendencialmente, os visitantes chegaram em grupos de 5 ou mais pessoas, sendo também frequente a vivência em grupos mais pequenos de 3-4 pessoas, ou a pares. Cerca de 10% dos visitantes questionados vieram acompanhados por crianças. Verificou-se também que o BONS SONS recebe de forma equilibrada estreantes e conhecedores do festival.
Em termos mediáticos, segundo a Cision, o festival gerou cerca de 1000 notícias, que chegaram a aproximadamente um quarto da população portuguesa, produzindo impacto mediático de um valor estimado de mais de 2,4 milhões de euros.
IMPACTO DO BONS SONS
NA REGIÃO
De acordo com o estudo, o total de benefícios económicos e sociais na região (concelho de Tomar) promovidos pelo BONS SONS 2018 ronda os 4 milhões de euros.
Em termos económicos, em grande medida, este valor é resultado da dinâmica gerada com base na atração de visitantes ao concelho. Estima-se, por exemplo, que os montantes relacionados com as despesas de alojamento, assumidas por 38% dos visitantes, repercutem-se em receitas de cerca de quase 200 mil euros para o setor hoteleiro da região. Por outro lado, verifica-se uma média de 132,85€ de gastos na economia local por cada visitante não residente no concelho.
A produção do festival implica, igualmente, gastos diretos na aquisição de bens e serviços e empresas do concelho de Tomar, gerando um benefício económico direto na economia na ordem dos 155 mil euros.
50 CONCERTOS, 4 DIAS E 1 ALDEIA COMO PRESENTE DE NATAL
Os bilhetes já estão à venda e podem ser o melhor presente deste Natal por apenas 30€, se comprados até 31 de dezembro. É sempre importante ter em conta que os bilhetes de cada fase têm um número de unidades limitado e podem esgotar antes de terminar cada uma das fases. Esgotado o número de bilhetes da fase em curso, passam a vigorar os valores da fase seguinte.
PASSE 4 DIAS 30€ ATÉ 31 DEZEMBRO 35€ JANEIRO — MARÇO 45€ ABRIL — JULHO 50€ AGOSTO (também disponível nas bilheteiras do recinto)
BILHETE DIÁRIO 22€ ABRIL — JULHO 25€ AGOSTO (também disponível nas bilheteiras do recinto)
Luis Cruz ançou o single de estreia, há menos de dois meses e já nos tráz um novo tema. Lançado dia 1 de dezembro, às 19 horas, em todas as plataformas digitais, “Rio”, traz uma sonoridade mais uptempo que a música anterior e um Luis Cruz ainda mais confiante.
Produzido mais uma vez pela Lowtone Music by FM, o tema que fala na felicidade que pode haver no encontro entre duas pessoas, foi novamente escrito e composto por Luis Cruz.
A letra surgiu-lhe há uns anos, quando estava junto ao rio Mondego, em Coimbra. “Fui inspirado pelo momento, pela correnteza do rio, da alma e da cumplicidade. Achei aquela madrugada um bom indício de criatividade”, desvendou o cantautor.
Por essa razão, o videoclip, que estreou em paralelo com o lançamento do single, foi gravado numa paisagem de sonho, a apenas poucos quilómetros de Lisboa, e com a participação da modelo e atriz Isabella Vasco.
“Alguns anos depois, aqui estou para provar que o que sentia na altura já era sobre o amor”, acrescentou.
“Rio” está disponível no canal VEVO do artista e em todas as plataformas digitais, desde dia 1 de dezembro, às 19h. Luis Cruz, esse, vai continuar a dar que falar.
"...Tive de sair da cama ir pr'o drama que me agrega
'Tou sem chama nesta merda desta trama que me enforca
Já tou atrasado, visto rápido, como rápido
Atrapalhado já é hábito, é o prefácio do meu dia..."
-Keidje? Acorda Keidje, vais chegar atrasado ao trabalho
-Foda-se
[Verse 1]
Acordo mais uma vez cansado
Com o corpo todo amassado, dorido e triturado
Foda-se, esta vida acaba comigo
Não consigo aguentar isto, cada dia é um castigo
Olho p'ra ela do meu lado, já não me sinto encantado
O nosso amor está caducado
é óbvio, rotina quebra o encanto
No inicio somos um só, depois é cada um para seu canto
Já não sinto aquela chama quando olho nos olhos dela
Já não sinto aquela gana de fazer amor com ela
Agora cada mínima coisa acaba em discussão
Todos os dias confusão, dramas e novas crelas
Tomo um banho visto-me a mil à hora
Digo ao puto para se levantar e ele como sempre demora
Ele grita, rebola, esperneia não se controla
Diz que não quer ir pa escola, que só sai da cama as 11 horas
Não há nada neste mundo que eu ame mais o meu filho
Mas a vezes só o consigo ver como um empecilho
Não aguento o trabalho que me dá, deixa-me estourado
Rouba-me imenso tempo fico desolado
Bato-lhe para ele sair da cama e ele lá se despacha
Pronto todo acelerado, sai mais uma vez atrasado
Deixo-o na escola vou a correr po autocarro
Entro no bus e reparo num ambiente consternado, insano
Vejo toda a gente deprimida desmotivada
Para uma jornada laboral homicida
Olhares distantes, sem planos pesarosos
Espíritos silenciosos, repelosos e cavernosos
Gente como eu que hipotecou os sonhos
E que se entregou à fatalidade desse destino medonho
Destino, dos homens escravos de um salário
Presidiários de sobrevivência do trabalho precário
Vou do autocarro po metro, do metro p'a outro autocarro
Chego ao trabalho e encaro com o meu karmo sanguinário
Este trabalho repetitivo, exaustivo, psicologicamente corrosivo
Ter que dividir o espaço com colegas insuportáveis
Que mandam piadas miseráveis e bocas dispensáveis
Fico sempre ultra sensível nestas horas
E a contar os segundos até a hora de ir embora, foda-se
Saio às 6 vou outra vez para o autocarro
Vejo outra vez toda a gente perdida no desamparo
Gente vazia, sem utopias, que representam a maioria da realidade que eu encaro
[Bridge]
— Keidje, não foste ao banco?
— Nelson, Nelson, vai pr'o teu quarto, vai pr'o teu quarto
— Eu avisei-te ontem 3 vezes para ires ao banco e tu não foste
— Eu não tive tempo, eu não tive tempo
— Ah Não tiveste tempo... Então não tens hora de almoço...
— Se eu tivesse tempo eu ia, eu não tive tempo
— Não podias ir ao banco? tu nao sabes viver em família Keidje! Estás sempre a falhar, combinamos para fazer as coisas e falhas sempre, falhas sempre Keidje!
— Ouve, ouve... Tu tens razão, tu tens razão mas não 'tou a aguentar mais, eu não 'tou a aguentar mais a sério
— O que é que foi?
— Tu tas a sentir man, percebes? tu tas a sentir, eu já não estou cá, eu quero ir viver sozinho, fazer coisas que me dão prazer, eu quero, percebes? eu quero largar o trabalho, não tem so haver contigo 'tas a ver? mas eu não 'tou fixe, não 'tou feliz
— Keidje olha p'ra mim
— A sério, eu vou, vou, a sério, vou voltar a fazer musica, largar o trabalho, eu quero mesmo viver sozinho, eu quero fazer coisas que curto fazer
— Keidje olha p'ra mim, fala comigo, para com isso, por favor!
— Olha tu p'ra mim, olha tu pra mim, eu estou decidido eu estou mesmo decidido!
[Hook 2x]
Eu 'tou livre como um condor
A sentir a vida onde não há stress não há dor
A sentir aquela paz que rejubila a alma
A viver o sonho num pleno com todo o fulgor
[Verse 2]
Voltei a fazer musica, voltei à rotina de beats, flows e rimas
Dinheiro é pouco às vezes vivo num sufoco
Amigos dizem que eu sou louco mas é esta vida que me anima bro
Faço uns concertos pequenos, dinheiro é o menos porque 'tou a viver em pleno
A guita chega p'ro t0 e pr'o sustento do miúdo
Quase não sobra pa mais nada, mas felicidade é tudo
Agora só tenho relações sem compromisso
Amor livre desde o inicio sem pressão nem sacrifícios
Vivo sem horários, sem stress emancipado
Apenas governado pelo instinto desregrado, claro
Espírito leva a viver esta vida breve
Cada dia será vivido desfrutado eternizado
Atrás da paz liberdade e conforto
Eu não serei outro semi-morto a viver a vida dos outros
[Hook 2x]
Eu tou livre como um condor
A sentir a vida onde não há stress não há dor
A sentir aquela paz que rejubila a alma
A viver o sonho num pleno com todo o fulgor
Eu 'tou
[Bridge]
-Keidje? Acorda Keidje, vais chegar atrasado ao trabalho
TOCA é uma série de eventos itinerantes, que se apresenta como uma montra para a nova música nacional, independentemente de estilos e de associações a labels, considerando que toda a música deve ser acessível a todos.
Assume a missão de promover sinergias e novas criações artísticas, juntando e dando palco a todos os que partilhem esta visão e façam música por paixão. Assim, TOCA não é apenas um nome, mas também um mote.
A Iª edição do festival TOCA tem data marcada para dia 29 de Dezembro de 2018 no Hard Club, na Baixa do Porto, com as bandas ODDVIEWS, TRAÇO, ARAS, David From Scotland e DON PIE PIE. Os bilhetes já se encontram disponíveis na bilheteira do Hard Club.
Venha desta vez partilhar convosco e dar a conhecer o novo álbum homónimo, disponível para download no Bandcamp
Composto por 10 temas originais e um B Side / Remix, conta comigo na voz e guitarra clássica / viola e com a preciosa colaboração do Miguel Samora na percussão e do Pedro Cabral na guitarra elétrica.
Gravado pelo Miguel Samora e por mim, com excepção da guitarra elétrica no tema "Apreço" gravado pelo próprio Pedro Cabral.
Todas as músicas com excepção ao B Side / Remix do tema "Apreço" foram misturadas e masterizadas pelo Fernando Nunes (Naná) no estúdio "Pé De Vento" em Salvaterra de Magos, tendo sido o B Side/Remix produzido, misturado e masterizado por mim.
Os Cambraia surgem em 2007 com o intuito de explorar tradições da música Portuguesa e usar o fruto dessa exploração na composição da chamada música moderna.
Na música dos Cambraia há espaço para quase tudo: o cómico, o sonho, a dor, a alegria, o espanto, a intervenção... a vida. Em português. Sempre. E essa diversidade de energias que a banda procura passar para o público a cada atuação à medida que descobre e é descoberta por esse mesmo público.
Em 2015 lançaram o álbum “Concordar Com Gente Grande”.
Estão de regresso com um novo single, “Nua e Crua”.
Sobre o novo single dizem os Cambraia: "O que é que se diz ser nua e crua? A verdade, pois é. E este novo tema está cheio dela. Antes de mais nada, verdade na letra. Esta canção nasceu depois dela. Verdade na música que nasceu tão rápida e espontaneamente. E finalmente verdade na entrega do piano, do violoncelo, do violino e da voz que lhe deram vida. Os Cambraia são sempre verdade. Nua e Crua.“