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segunda-feira, 16 de julho de 2018

Montepio Fado Cascais conta também com a presença de Beatriz Felício, Jorge Nunes e Cláudia Picado.



A Segunda Edição do Montepio Fado Cascais no Parque Palmela conta também com a presença de Beatriz Felício, Jorge Nunes e Cláudia Picado. 

Beatriz Felício, Jorge Nunes e Cláudia Picado são os fadistas convidados dos três dias do Montepio Fado Cascais que trarão o Fado ao Parque Palmela, entre as 19h30 e as 21h00, enquanto os presentes desfrutam de algo saboroso e refrescante na área de restauração.

A acompanhá-los estarão Francisco Pereira na guitarra portuguesa e João Domingos na viola de fado. 

Beatriz Felício

Beatriz Felício, tenho 19 anos e comecei a cantar desde cedo, participei em alguns programas de televisão nomeadamente o programa “Uma Canção Para Ti” na TVI em 2011, em seguida participei no concurso “Grande Prémio do Fado” na RTP, nesse mesmo ano, mais tarde participei no “The Voice Portugal” também na RTP em 2015 e em 2017 o grande músico, compositor, produtor, e letrista Jorge Fernando convidou me para interpretar um tema dele no “Festival da Canção”, que tem por nome “Ao Teu Olhar”. Já fiz alguns espetáculos fora de Portugal, como em Espanha, França, Itália e este ano fui convidada para participar num festival na Austrália.

Tenho cantado em espetáculos e também em casas de fado. Neste momento estou a estudar na faculdade e aos fins de semana canto, e assim consigo conciliar as minhas duas grandes paixões.




Jorge Nunes

"O povo afirma que para se ser Fadista, não basta saber cantar, colocar a voz ou afinar as notas da melodia, é importante passar ao público a mensagem da poesia e sintonizá-la com a música que também é sugerida e o Jorge Nunes tem o dom de ser fadista. É o que diz o público que o tem ouvido pelos palcos nacionais e internacionais, onde com passos pequenos mas seguros, levou o seu primeiro trabalho discográfico, OUTRO FADO.

Este primeiro trabalho levou-o a palcos em de Toronto, Goa, Holanda, onde realizou espectáculos e onde foi aclamado pelo publico.

Em Portugal, Jorge Nunes apresentou o "Outro Fado" em salas como o cinema São Jorge, o Museu do Oriente, entre outras.

Jorge Nunes, já não é um talento escondido. Hoje, já é possível, afirmar-se que é um talento partilhado com todos os que queiram ouvi-lo.

Com provas dadas, esgotou também a primeira edição do seu disco.

Jorge Nunes, não procura embaraços intelectuais e canta o que sente, o que vive e da forma como o entende, ou não fosse ele também autor de algumas letras e musicas do seu primeiro trabalho discográfico.

Actualmente está a trabalhar no seu próximo álbum de originais, ainda que dentro do fado mas com uma ousadia diferente da do habitual tradicional, também produzido pelo Jorge Fernando.

Este novo projeto conta com composições de sua autoria, de Jorge Fernando, Pedro Campos, Tó Zé Brito, Mário Rainho, Tiago Torres da Silva, entre outros."


Cláudia Picado

Detentora de uma voz que se demarca desde tenra idade, vence duas Grandes Noites do Fado em Lisboa e no Porto e embarca numa carreira sem retorno com várias atuações pelo país e pelo mundo.

Em 2004 editou o seu primeiro álbum "Ausência", iniciando atuações nos mais diversos palcos em Portugal divulgando a sua arte em Casinos, Festivais e salas de espetáculos. Canta em diversas casas de fado em Lisboa e mais recentemente no Bairro Alto no Restaurante O Faia e na célebre e conceituada Adega Machado.

Em 2008 foi convidada pela MTV a concretizar um vídeo promocional demonstrando a nossa cultura através da música portuguesa seguindo um convite para representar Portugal no Japão em cerca de 22 espetáculos com salas lotadas. Em 2010 foi convidada a encerrar o mais antigo festival de música em Espanha, em Segóvia, “FolkSegovia”.Tem divulgado o seu Fado em diversas tournées e representações pela Europa (Espanha, Bélgica, Londres, Itália, Holanda), Estados Unidos da América (Newark, Nova York e Washington) e Israel (Nazaré e Haifa). Representou Portugal na China em 2015 sendo foi convidada pelo governo português a acompanhar a comitiva do governo, durante dez dias. Participou no Festival Caixa Alfama em 2014 em dois palcos, o primeiro com o seu espetáculo a solo no Museu do Fado, o segundo na emblemática Igreja de Santo Estevão integrada no espetáculo: “Até Deus Gosta de Fado”. - Inicia o ano de 2017 da melhor forma, recebendo a Medalha de Mérito Cultural Duquesa do Cadaval, atribuída pela Câmara Municipal do Cadaval, reconhecimento público pela sua carreira e prestígio, elevando o nome da Vila a nível nacional e internacional, e que muito honra a fadista, sendo um marco muito importante como artista.

Inicia 2018 da melhor forma aceitando o convite de Amer Nakhleh, diretor/manager da Beitalmusica para gravar um disco em Israel, onde o intercâmbio musical e cultural será predominante. Será editado no país e distribuído por diversos países. 

Atualmente prepara o lançamento do seu próximo disco onde irá consolidar todos os seus gostos musicais levantando o véu com a apresentação do seu primeiro single “Quando me Chamas Mulher” com letra de Tiago Torres da Silva e música de Guilherme Banza. A produção musical e executiva é de Guilherme Banza e Tozé Brito.

Ao longo de 18 anos a cantar fado, Cláudia Picado é já uma embaixadora da canção portuguesa e da bandeira nacional.



sexta-feira, 22 de junho de 2018

Ricardo Ribeiro e Diana Vilarinho actuam na Segunda edição do Montepio Fado Cascais



Ricardo Ribeiro e Diana Vilarinho actuam no segundo dia da Segunda edição do Montepio Fado Cascais a 20 de Julho no Parque Palmela


Ricardo Ribeiro edita o seu primeiro álbum em 2004 intitulado ”Ricardo Ribeiro”. No ano seguinte recebe o prémio Revelação Masculina da Fundação Amália Rodrigues.

Em 2008 grava com o alaudista/compositor Libanês Rabih Abou Khalil o álbum “Em Português”, eleito Top of the World Album pela revista inglesa SongLines. Entretanto, figura em vários filmes como “Fados” de Carlos Saura, e grava, enquanto convidado com vários nomes consagrados da música portuguesa: Rui Veloso, Simone ou Carlos do Carmo.

Em 2010 edita “Porta do Coração”, registo que é Disco de Ouro, e eleito Top of the World Álbum pela revista britânica Songlines. O ano de 2011 fica marcado pela distinção de Melhor Intérprete Masculino, da Fundação Amália Rodrigues.
“Largo da Memória” é o seu quinto álbum editado em 2013, também Disco de Ouro e pelo qual é nomeado para a categoria de Melhor Artista pela revista de world music Songlines, no ano de 2015. Neste mesmo ano recebe a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique.

“Hoje é assim, amanhã não sei.” editado em 2016 é apresentado pela primeira vez no Coliseu de Lisboa, e desde então apresentado em várias salas nacionais e festivais portugueses e estrangeiros sempre com as melhores críticas. Em fevereiro de 2017 é editado em França e em maio do mesmo ano, chega ao mercado inglês, numa edição da Warner UK. Com este trabalho, Ricardo Ribeiro é nomeado pela segunda vez para Melhor Artista pela revista Songlines e fica pela segunda vez entre os quatro finalistas.

A convite do CCB para a Carta Branca de 2017, Ricardo Ribeiro cria o espetáculo de Tributo a José Afonso, no qual o fadista se acerca de músicos de jazz e conta com a ajuda do pianista Filipe Raposo nos arranjos dos temas escolhidos, e a direção musical.

2017 foi ainda o ano no qual Ricardo Ribeiro recebeu o Prémio Carlos Paredes, atribuído pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e ainda, uma Menção Honrosa no Prémio José Afonso, por parte da Câmara Municipal da Amadora.

Do disco “Hoje é assim, amanhã não sei.” Ricardo retirou o single Fadinho Alentejano com a colaboração do coro Os Ganhões de Castro Verde. Em novembro passado, o tema estreou com um bonito videoclip que conta com a participação do ator, comediante e apresentador César Mourão e com Diana Vilarinho nos principais papéis. A trama tem lugar no Estuário do Tejo e nas planícies alentejanas.

Ricardo Ribeiro é presença habitual em França, Bélgica, Áustria, Marrocos, Estados Unidos e Canadá, Áustria, Inglaterra ou Rússia. No inicio de 2018 estreia-se em Teerão, capital do Irão e vai pela primeira vez às Ilhas Canárias.


Ricardo Ribeiro - Voz
José Manuel Neto - Guitarra portuguesa
Carlos Manuel Proença - Viola de fado
Francisco Gaspar - Viola baixo


Diana Vilarinho é uma jovem fadista que tem atraído a atenção dos que já tiveram sorte de a ver cantar ao vivo.

Com apenas 20 anos, já conquistou a "Grande Noite do Fado", em 2008, e participou, por duas vezes, no maior festival de Fado em Portugal, o Caixa Alfama Lisboa.

Diana Vilarinho passou, ao longo do seu percurso, pelas casas de Fado mais emblemáticas de Lisboa e pisou grandes palcos portugueses, como o Teatro São Luiz, Teatro Tivoli, Cinema São Jorge, CCB, entre outros.

Recentemente, conquistou o público das Astúrias, Espanha, atuando no Festival “VIII Noches de Fado, Divas”.

O primeiro álbum será lançado em 2018 e confirmará o talento desta jovem artista.


Diana Vilarinho - Voz
Jóse Manuel Neto – Guitarra Portuguesa
Carlos Manuel Proença - Viola
Francisco Gaspar - Baixo


Montepio Fado Cascais
O Fado à Beira-Mar

Pelo segundo ano consecutivo o Parque Palmela prepara-se para acolher mais uma edição do ​Montepio Fado Cascais​, com o apoio da ​Associação Mutualista Montepio​, da Câmara Municipal de Cascais ​e da Fundação D. Luis​, que contará com alguns dos maiores nomes da música portuguesa - Cuca Roseta, Ricardo Ribeiro e Ana Moura, entre outros.


Ao chegar cedo terá a possibilidade de usufruir do ambiente refrescante do parque, bem como de uma refeição tradicionalmente portuguesa pensada em si.

Pratos especiais, feitos por pessoas muito especiais.

Poderá desafiar o seu palato com uma das melhores gastronomias do mundo - a portuguesa, ao mesmo tempo que desfruta de Fado cantado ao vivo num segundo palco colocado na zona de restauração.


sábado, 16 de junho de 2018

O primeiro dia da Segunda Edição do Montepio Fado Cascais conta com a presença de Cuca Roseta e José Manuel Neto



Cuca Roseta e José Manuel Neto actuam no primeiro dia da Segunda edição do Montepio Fado Cascais a 19 de Julho no Parque Palmela



Depois de esgotar as salas do CCB (Lisboa), da Casa da Música (Porto) e doConvento de São Francisco em Coimbra, chegou a vez de Cuca Rosetaregressar a Cascais, já no próximo dia 19 de Julho, pelas 21h30 no Parque Palmela, no Montepio Fado Cascais.

Cuca Roseta apresenta assim, ao vivo, o seu novo disco “Luz”, que tem recebido os melhores e mais rasgados elogios da critica e enormes aplausos do publico.

Após o sucesso do seu último disco, Cuca Roseta traz agora consigo uma nova “Luz”, “que dá novo brilho ao seu caminho, sendo o que mais longe vai na definição daquele que é o seu fado. Um álbum em sintonia absoluta com o lado solar da vida e que reúne um conjunto de autores de prestígio entre os quais se destacam Pedro da Silva Martins, Jorge Fernando, Mário Pacheco,Hélder Moutinho ou Carolina Deslandes.”

Nas palavras da fadista “é o regresso à minha terra, onde fui imensamente feliz quando há dois anos cantei nas Festas do Mar, num concerto incrível, no qual vivi enormes emoções. São estas emoções que quero reviver e passar de novo ao publico. Sou cascalense e Cascais é uma terra que me diz muito, onde tenho muitas ligações, tanto às pessoas como aos lugares. Não podia deixar de passar por aqui para apresentar este meu novo disco. Trago um concerto totalmente novo, cheio de surpresas e espero que esta minha -Luz- possa brilhar e encantar todo o publico.”

Cuca Roseta vem reivindicando desde há muito um fado pessoal, feito à sua medida, não se entregando apenas nas mãos de terceiros, mas propondo também as suas autorias, aplicando-lhe uma marca verdadeira e única. Um fado, por assim dizer, pessoal, intransmissível e reconhecível num par de segundos. Esse tem sido o caminho de revelação de Cuca Roseta – que o tem percorrido descobrindo-se e revelando-se plenamente, como intérprete, autora, compositora, letrista, mulher inteira no fado. E Cuca surpreende sempre em cada passo que dá.

A nova tour “Luz” que iniciou em Janeiro, conta já com mais de 80 concertos agendados em Portugal e no mundo.

Cuca Roseta, voz

Pedro Viana, guitarra portuguesa

Diogo Clemente, viola de fado

Frederico Gato, viola baixo

André Silva, percussão

Ruben Alves, teclas e acordeão

José Manuel Neto nasceu em Lisboa a 29 de Outubro de 1972. Começou a tocar guitarra portuguesa com apenas 15 anos e destaca-se, como um dos instrumentistas mais requisitados no acompanhamento de fadistas, em espectáculos e gravações de discos.

Filho da fadista Deolinda Maria, José Manuel Neto cresceu em ambiente propício ao desenvolvimento do seu talento, tendo como referências os maiores nomes do universo fadista, caso de Carvalhinho, José Nunes, Jaime Santos e Fontes Rocha. Desenvolveu o seu estilo próprio marcado pela fluidez, versatilidade e simplicidade frásica que caracteriza a melhor música popular.

Na década de 1990, deu início ao seu percurso profissional acompanhando diversos artistas nas casas de fado. A sua interpretação ganhou amadurecimento.

O guitarrista integra-se nesta “nova geração de instrumentistas de Fado com uma formação musical muito ampla, capaz de lhes permitir uma visão alargada do potencial dos seus instrumentos tanto no plano do repertório solístico como no das práticas de acompanhamento.” (cf. Rui Vieira Nery, “Para uma História do Fado”: 272).

José Manuel Neto demonstra-o em palco e em edições discográficas com os mais diversos artistas, mas é, no Fado que as suas prestações são mais numerosas, realizando digressões em espectáculos de fadistas como Carlos do Carmo, Camané, Mariza, Ana Moura, Aldina Duarte, Cristina Branco ou Mísia.

Em 2004 a Casa da Imprensa entregou-lhe o “Prémio Francisco Carvalhinho”, atribuído ao melhor instrumentista.

A Fundação Amália Rodrigues distinguiu-o em 2008 com o “Prémio Melhor Instrumentista”, reconhecendo-o como um dos grandes expoentes da interpretação da Guitarra Portuguesa.

Em 2009, José M. Neto, apresenta o primeiro espectáculo em nome próprio, “O Som da Saudade”, onde interpretou melodias que tem vindo a compor ao longo dos anos, um leque de temas assente na música de raiz portuguesa onde se mistura o fado e a música tradicional, enriquecida de uma complexidade harmónica que abre as portas ao improviso e às liberdades poéticas.

Em 2013, José Manuel Neto foi nome de cartaz do 3º Festival de Fado de Madrid, evento de grande prestígio e o mais importante de divulgação do Fado em Espanha, deixando uma plateia rendida à sua genialidade.

O domínio musical que caracteriza o seu trabalho é reconhecido, não somente através do acompanhamento de grandes fadistas, mas também na forma como interpreta a sua própria musica nos seus concertos a “solo”.

2016 é o ano da sua consagração com o lançamento do seu primeiro trabalho discográfico , “ Tons de Lisboa “


José Manuel Neto - Guitarra portuguesa

Marino de Freitas - Baixo

Carlos Manuel Proença - Viola

Pedro Santos - Acordeão

Ricardo Neto - Contrabaixo

André Silva - Percussão

José Manuel Neto

Montepio Fado Cascais

O Fado à Beira-Mar

Pelo segundo ano consecutivo o Parque Palmela prepara-se para acolher mais uma edição do ​Montepio Fado Cascais​, com o apoio da ​Associação Mutualista Montepio​, da Câmara Municipal de Cascais ​e da Fundação D. Luis​, que contará com alguns dos maiores nomes da música portuguesa - Cuca Roseta, Ricardo Ribeiro e Ana Moura, entre outros.

Ao chegar cedo terá a possibilidade de usufruir do ambiente refrescante do parque, bem como de uma refeição tradicionalmente portuguesa pensada em si.

Pratos especiais, feitos por pessoas muito especiais.

Poderá desafiar o seu palato com uma das melhores gastronomias do mundo - a portuguesa, ao mesmo tempo que desfruta de Fado cantado ao vivo num segundo palco colocado na zona de restauração.

Mais novidades brevemente

Fado Montepio Cascais

Parque Palmela em Cascais, de 19 a 21 de Julho.

Abertura de portas às 19h00 | Início dos concertos às 21h00

19 Julho | José Manuel Neto | Cuca Roseta

20 Julho | Diana Vilarinho | Ricardo Ribeiro

21 Julho | Carlos Leitão | Ana Moura


Bilheteira

Plateia Gold - €45

Plateia 1 - €35

Plateia 2 - €30

Plateia 3 - €25

Bancada (sem marcação de lugares) - €20

Mobilidade reduzida - €20

sábado, 12 de maio de 2018

Montepio Fado Cascais 2018 O Fado é português.




Montepio Fado Cascais 2018 O Fado é português.
O Fado é nosso. 



O Fado é sentimento, é emoção. 
O Fado é único e não se imita. 
Não se força e jamais se finge. 


O Fado é da rua, é do povo, é da gente, que sente e se emociona.
É também das grandes salas, onde é aclamado e aplaudido.
O Fado é História, é Património. 
O Fado é Portugal. 

E é deste sentimento que em 2017 nasceu o festival ​Montepio Fado Cascais​. 
Em 2018 a cidade de Cascais é uma vez mais o palco escolhido para este evento. 

Montepio Fado Cascais 
O Fado à Beira-Mar 

Pelo segundo ano consecutivo o Parque Palmela prepara-se para acolher mais uma edição do ​Montepio Fado Cascais​, com o apoio da ​Associação Mutualista Montepio​, da Câmara Municipal de Cascais ​e da Fundação D. Luis​, que contará com alguns dos maiores nomes da música portuguesa - Cuca Roseta, Ricardo Ribeiro e Ana Moura, entre outros.

O Festival abre portas às 19 horas e todas as noites contarão com dois espetáculos com início pelas 21 horas.

Ao chegar cedo terá a possibilidade de usufruir do ambiente refrescante do parque, bem como de uma refeição tradicionalmente portuguesa pensada em si.

Pratos especiais, feitos por pessoas muito especiais.

Poderá desafiar o seu palato com uma das melhores gastronomias do mundo - a portuguesa, ao mesmo tempo que desfruta de Fado cantado ao vivo num segundo palco colocado na zona de restauração. 

Outras novidades a anunciar em breve.



Fado Montepio Cascais 

Parque Palmela em Cascais, de 19 a 21 de Julho.

Abertura de portas às 19h00 | Início dos concertos às 21h00

19 Julho | José Manuel Neto | Cuca Roseta

20 Julho | Diana Vilarinho | Ricardo Ribeiro

21 Julho | Carlos Leitão | Ana Moura


Bilheteira
Plateia Gold - €45
Plateia 1 - €35
Plateia 2 - €30
Plateia 3 - €25
Bancada (sem marcação de lugares) - €20 
Mobilidade reduzida - €20


Montepio Fado Cascais - 1ª Edição de 2017 
Foi assim : Veja as fotos infra e AQUI