O fadista apresenta o disco "Só a Cantar" no dia 17 de Novembro na Casa da Musica no Porto.
Este álbum conta com a produção de João Gil e é composto por onze temas. A orientação artística é de Aldina Duarte que contribui com a sua autêntica e significativa vivência de trabalho na matéria dos fados, apontando quais as melhores melodias do fado tradicional que serviriam as letras de Duarte.
Duarte | Voz e Guitarra
Pedro Amendoeira | Guitarra Portuguesa
João Filipe | Viola de fado
Carlos Menezes| Baixo Acústico
Um disco a ouvir e um espectáculo a não perder! Vídeo de Covers
GIMBA lança novo álbum: PONTO G celebra 40 anos de música
Gimba, «um alfacinha sorridente, um autêntico trovadeiro acusticurbano que assina canções em português bem escorrido», regressa aos discos, com o Ponto G!
Em meados da década de 80 fundou o histórico grupo “Os Afonsinhos do Condado”, esteve na origem, juntamento com o Zé Pedro, dos Xutos & Pontapés, de quem foi padrinho de baptismo, em 1991 integrou “Os Irmãos Catita”, com Manuel João Vieira, e gravou também 1 disco em nome próprio, em 1997. Foi ainda a cara do mítico “Pop Off” (RTP).
Enquanto produtor, trabalhou com artistas tão variados como Tim, Deolinda, Boss AC ou José Cid. Fez música para programas de televisão (“O Cabaret da Coxa”; “O Homem Que Mordeu o Cão”; “Estado de Graça”; “Donos Disto Tudo”). Também assinou bandas sonoras de programas de humor (“O Programa da Maria”; “Paraíso Filmes”, “Boa Noite, Alvim”), cinema (“O Crime do Padre Amaro”; “Um Passeio de Barco”), e produziu ainda repertório infantil (“As Canções da Maria”; “Contos de Salarissarim”), além de vários trabalhos em rádio, teatro e publicidade.
Eugénio Lopes, mais conhecido por Gimba começou a estudar piano aos 6 anos, e flauta aos 8, mas foi só aos 14, ao começar os estudos de guitarra que escreveu as primeiras canções.
As suas referências musicais assentam principalmente no que ouvia em casa durante a infância: discos de jazz melódico (Dave Bruebeck, Wes Motgomery, etc…), Bossa Nova (Tom Jobim, João Gilberto…), e muito do que passava na rádio (Beatles, Stones, Dylan, Soul e R&B…). Seguiu atentamente a evolução da música portuguesa desde os tempos áureos do Festival da Canção, seguindo-se a “geração Zip-Zip”, a música de intervenção do 25 de Abril, o fenómeno do rock sinfónico e o boom do “Rock Português”.
Com muita estrada na bagagem, continua fiel ao seu formato preferido – guitarra acústica e voz – e ao ecletismo que sempre o caracterizou. O leque de 11 canções vai da simples balada até ao rock de barba dura, mas sempre com um traço comum – uma toada bem disposta e moderadamente irónica, com letras cativantes em português «bem escorrido». É talvez o trovadeiro que mais se preocupa em cantar a sua língua como quem a fala. Os seus temas vão da crítica social à canção de amor, sendo o maior deles, Lisboa, a sua cidade.
Tudo isto está bem patente neste “Ponto G”, cujo lançamento será em Outubro de 2018 que coincide também com os quarenta anos de música (!) do Gimba. Especial atenção para a música “Vá lá!!”, cantada bem alto pela voz de 12 ilustres convidados (de “A” – Ana Bacalhau, a “Z” – António Zambujo), um manifesto algo panfletário, brindando «à revolução e à anarquia»! É também dedicado à memória do grande amigo do Gimba: Zé Pedro.
"O guerreiro da Liberdade regressa em 2018 com mais força que nunca!
Seis anos após o seu último disco "Rootstation", Freddy Locks regressa com um novo álbum chamado "Overstand"
Depois do lançamento dos singles "Earth" e "Overstand" que tiveram grande aceitação internacional com reviews em mais de 300 rádios de reggae espalhadas pelo mundo e que fizeram Freddy Locks ser capa da maior revista de Reggae americana "IRIE".
Hojé é o dia de edição deste novo CD e do novo single "Present" que promete ter um impacto imediato e tornar irresistível ouvir o disco.
"Present" é novo single que fala em viver o momento, sentir o dia.
Através deste tema podemos ver a energia contagiante do disco e a qualidade musical e sonora de "Overstand" que contou com a Masterização do Canadiano Dubmatix , um dos maiores nomes mundiais da cena Reggae/Dub.
Uma das melodias mais bonitas do Baden Powell com letra de Vinicius de Moraes, aqui numa versão só instrumental num pequeno ensaio em casa num dia de chuva lá fora.
Guitarra por André Miguel Santos.
Gravado ao vivo na Charneca da Caparinca a 8 de Abril de 2018
Desde há muito que o número 7 me acompanha de uma forma peculiar. Ainda novo o encarei como um número da sorte para mim. Mais tarde fui descobrindo toda a carga mística que acarreta em si, sendo mesmo considerado um número que representa a totalidade, a perfeição, a consciência, a intuição, a espiritualidade, a vontade e ainda a conclusão cíclica e renovação.
De forma humilde abraço esta simbologia para o meu primeiro trabalho em nome próprio, iniciando assim um novo ciclo no meu percurso musical.
Este disco espelha de uma forma muito completa a minha total essência enquanto músico (guitarrista, compositor e produtor) passando pelas diversas estéticas musicais que me enchem a alma.
7 são as músicas a solo, 7 são as músicas com convidados de luxo, 7 são as cores do arco-íris, 7 são os chakras, 7 são as colinas da minha linda Lisboa, 7 são...
André M. Santos nasceu em Lisboa em Novembro de 1984.
Licenciado em economia pela Universidade Nova de Lisboa (2006), em guitarra (2010) e composição (2015) pela Escola Superior de Música de Lisboa. André teve aulas de Guitarra Flamenca com Oscar Herrero (Madrid) e Pedro Jóia (Lisboa).
Ao longo da sua carreira já tocou com a Orquestra Sinfonietta de Lisboa, Coro Gulbenkian, Orquestra Chinesa de Macau e alguns dos artistas portugueses mais famosos (ex: Teresa Salgueiro, Resistência, Mariza, Ricardo Ribeiro, Mísia, etc.) em vários países do mundo.
É membro residente do Júri do “Concurso de Música de Intervenção de Almada” desde 2007. Em 2011 recebeu o prémio “Jovem Talento” pelo município de Almada.
Como compositor tem escrito para diferentes projetos e estilos de música, abrangendo grupos de música de câmara, grupos de jazz até orquestras de grande dimensão. A sua música tem sido interpretada por alguns dos mais prestigiados músicos de Portugal deste os EUA até à China.
Em 2016 ganhou o prémio de melhor edição pela Associação Nacional de Flauta dos EUA com a sua peça “O motivo da menina Laite” para flauta solo.
André é o guitarrista do grupo Melech Mechaya e faz parte do Quarteto de Guitarras de Lisboa.
Frederico BC apresenta-se ao público com o álbum intitulado Do Outro Lado da Rua. Um disco com 12 canções originais totalmente em português e que aposta numa produção forte realizada entre Portugal e os Estados Unidos com quase meia centena de pessoas envolvidas.
À semelhança do que tem feito ao longo da sua carreira, o artista idealizou um disco que pretende unir gerações através de um formato musical destemido e que procura chegar ao público de uma forma directa. Letras simples e arranjos musicais ousados vestem a história de cada canção.
Para esse efeito e para além de músicas de sua autoria, convidou alguns amigos e autores portugueses para colaborem consigo na escrita e composição de algumas canções, tais como: Diogo Brito e Faro, João Sanguinheira, João Só, Miguel Rebelo e Rui Rocha.
Juntamente com os produtores Lino Guerreiro e Valter Rolo, Frederico BC convidou uma orquestra de cordas e sopros, assim como nomes notáveis da música nacional para a gravação do álbum, destacam-se: Mário Delgado, Nelson Carvalho, Orlanda Guillande, Paulo Ramos, Ricardo Toscano, Tó Cruz, Vicky Marques, entre outros.
Para além de todos estes nomes, Frederico BC, decidiu produzir o master nos Estados Unidos da América por um dos mais experientes engenheiros de som, o vencedor de 2 Grammys: Vlado Meller, que já trabalhou com alguns dos maiores artistas internacionais, Michael Jackson, Beyoncé, Muse, Pink Floyd, Paul McCartney, entre muitos outros.
O artista decidiu avançar para a edição deste disco à terceira tentativa após já o ter gravado por 2 vezes. Recorde-se que em 2013, Frederico BC editou o seu primeiro álbum, Vagueando Só. Um álbum com 9 versões e 4 originais.
Frederico BC refere: “A escolha de um produtor é fundamental e é difícil encontrar um que nos compreenda totalmente enquanto artistas. Aliás, é sempre difícil encontrar alguém na nossa vida que nos compreenda dessa forma… quanto mais um produtor. Eu sempre fui uma pessoa muito exigente comigo própria, tanto, que todos os dias exijo a mim mesmo - numa luta desmedida - que não seja preguiçoso. Em coerência com isso, gostava que o meu trabalho de originais despertasse algo de diferente mas ao mesmo tempo familiar no primeiro contacto com o público. Gostava que as pessoas sentissem nas minhas palavras a música que oiço no meu dia-a-dia. Foi por essa razão que tentei não me precipitar na edição deste álbum e foi esse o motivo que me levou a gravá-lo três vezes, com diferentes arranjos e produtores. Os produtores anteriores eram igualmente incríveis e, se esses trabalhos tivessem vindo a público, seriam bem aceites. Mas eu, enquanto artista, não me sentia feliz, não era essa a história que queria contar. Nesse capítulo, o Lino Guerreiro e o Valter Rolo, perceberam melhor a minha história e assim decidi avançar para a edição deste disco”.
O músico acrescenta: “O meu propósito enquanto artista está reflectido neste disco: unir gerações em torno da música. Em tom de brincadeira, por vezes digo que o meu objectivo é pôr os miúdos de 8 anos a gostar de Swing e os de 88 a gostar de Pop. Na música que oiço não existe preferência e exclusividade pelo estilo A ou B, existe sim, música que gosto de ouvir e música que não gosto. A música tem esta característica, unir pessoas, estilos e momentos”.
Frederico BC tem ainda espaço para um tributo muito peculiar a Carlos Tê e Rui Veloso numa das músicas deste seu álbum. O autor diz: “Fazia sentido uma música assim neste meu primeiro álbum de originais. Cresci a ouvir as músicas incríveis do Rui Veloso e a sentir os deslumbrantes cenários desenhados por Carlos Tê. “Canção do Oriente” é o nome da canção que presta esse tributo. Criámos uma melodia original em que cada verso da música é uma frase ou um título de uma canção da dupla, Carlos Tê e Rui Veloso. É uma "sopa de letras”, uma história diferente contada com palavras já conhecidas do grande público. Um puzzle onde tive todo o tempo do mundo para as regras da sensatez”.
O novo álbum de Frederico BC está hoje dia 12 de Outubro nas lojas e adiantamos já que o concerto de lançamento deste disco está marcado para odia 10 de Novembro no renovado Cineteatro Capitólio em Lisboa
Os bilhetes já se encontram disponíveis nos locais habituais
Já disponível o single em formato digital “Mais Um Fado no Fado feat. Quarteto Pizzicato” dos Banho Maria
"Mais Um Fado no Fado" representa para osBanho Mariauma saudosa gratidão a uma voz do fado vadio a quem devem a inspiração do rearranjo deste tema.
O sentimento de perda está bem patente na expressão musical deste fado, de tal forma que se confunde o sentimento original de amor profundo, com a imensa saudade de quem parte muito antes do tempo.
O contributo do quarteto feminino de cordas, Pizzicato, é a base da tonalidade desta versão produzida por Nuno Roque.