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terça-feira, 15 de maio de 2018

Dogma - Manual de Instruções


Letra


Cá estamos nós outra vez a especular sobre a origem do
mundo
É tudo tão vago, mas sempre alimenta o ego um diálogo
profundo,
E se pra quem acredita não é fácil a vida, tentar
seguir as regras...
Pra mim que não acredito na força divina, não sei bem
onde me agarrar...
Não era suposto a vida trazer um manual de
instruções?
Assim podia culpar alguém quando errasse ao tomar
decisões
Mas preferi ser teimoso, não quis fazer parte do grupo
coral
Nada contra quem ama e segue seu líder por amor à
moral
Mas anda aí muito artista, bem mais vigarista, com
pele de cordeiro
E que ao domingo se faz passar por catequista, e o
povo aplaude sem pensar
Não era suposto a vida trazer um manual de instruções
Assim podia culpar alguém quando errasse ao tomar
decisões
Mas se calhar se culpasse outro ser,
Seria obrigado a deixá-lo intrometer
No mérito das minhas pequenas vitórias
Cada medalha tem seu reverso
E eu não sou ninguém pra aplicar o inverso
Meu mérito é pai de todas as minhas vitórias
E o mais difícil é ter de viver
Sem esperança de no outro mundo haver a
matriz imortal da fundamental liberdade
Cada medalha tem seu reverso
E eu não sou ninguém pra aplicar o inverso
Meu mérito é pai de todas as minhas vitórias

domingo, 29 de abril de 2018

matar ou morrer - dogma


Letra

Quero ver o pôr-do-sol provar o sal do mar em Agosto numa praia repleta
Vamos ver os tubarões dançar ao som do mar em Setembro numa ilha deserta
Quero fugir, quero sair destas 4 paredes que me cercam a alma
Vamos a voar depressa inalar ar puro para tentar manter a calma
Quero vislumbrar-te ao longe, fingir-me de monge, fazer subir teu ego em flecha
Sentir a adrenalina chegar, a pulsação a aumentar dar-nos a volta à cabeça

Escolher-te ao acaso
Vai ser um prazer
Nadar a teu lado
Até mais não querer

Quero fazer rock n´roll, matar a minha fome de palco num concerto profano,
Vamos ver os furacões tentar deitar abaixo as palmeiras num cenário insano
Quero fugir, quero sair destas 4 paredes que me cercam a alma
Vamos a voar depressa inalar ar puro para tentar manter a calma

Escolher-te ao acaso
Vai ser um prazer
Nadar a teu lado
até mais não querer

Sem falsas promessas de amor

Escolher-te ao acaso
Vai ser um prazer
Nadar lado a lado
até mais não querer

Ingénuas promessas de amor

Mas se ele não existe em estado puro
Sâo ecos de uma lenda falsa
Começa a criar teu próprio muro
Não entres na farsa, não entres na farsa
Porque quando é a doer
É matar ou morrer, matar ou morrer, matar ou morrer, matar ou morrer, matar ou morrer